Primeiramente, vamos entender que “PRAXIA” é a HABILIDADE de cumprir corretamente uma sequência motora.
Quando falamos em “APRAXIA” ou “DISPRAXIA”, é justamente o inverso. Trata-se da INABILIDADE para cumprir essa sequência.
Nestes casos, as pessoas sabem o que querem falar; elas têm em mente o que desejam falar, mas encontram obstáculos quanto ao exercício motor da fala.
O indivíduo não consegue fazer a união entre o ato motor da fala e o ato fonético. Ele pensa, sabe o que quer dizer... mas não consegue unir articulação e som, na hora de falar. Em resumo, é uma dificuldade de EXPRESSAR a fala.
ATENÇÃO: a apraxia pode ser um sinal de transtorno neurológico, que leva não apenas a problemas de expressão, como também de desenvolvimento na aprendizagem, leitura e escrita.
E isso pode ser percebido desde cedo, quando a criança continua a falar errado, com trocas e dificuldades, no início ou fim das frases. Pode, também, fazer ecolalias e usar sempre as palavras mais fáceis e simples, porque não consegue articular outros tipos de palavras, com estruturas mais complexas.
A partir do diagnóstico de um especialista, deve ser iniciada a terapia fonoarticulatória. Isso a ajudará no desenvolvimento.
Fonte: Clay Brites / Neuro Saber






