O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é algo bastante complexo. Por conta disso, não podemos afirmar que as questões genéticas sejam a única causa.
No entanto, tem-se observado que a presença de algum indivíduo com TEA na família pode, SIM, aumentar a chance de um casal gerar uma criança com a mesma condição.
Esse risco também aumenta quando a idade do casal supera os 40 anos, onde existe uma maior taxa de erros e falhas no material genético, por exemplo.
Também se sabe que, quando um gêmeo idêntico é diagnosticado com autismo, o outro gêmeo possui cerca de 80% de chances de fazer parte do espectro. Já entre gêmeos fraternos, a taxa é de 40%, o que só corrobora com o entendimento de que o autismo é genético.
Além da condição genética, outros fatores de risco de TEA que vêm sendo investigados são os fatores ambientais (como infecções virais, medicações, complicações na gravidez ou poluentes) e o índice de crianças prematuras, que também possuem maiores chances de apresentarem sintomas.
O importante é ter sempre atenção aos primeiros sinais do TEA, pois o diagnóstico precoce pode melhorar a qualidade de vida da criança, desde cedo.






