O diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um processo complexo e deve considerar as particularidades de cada indivíduo.
Devido a sua complexidade e a variedade dos sintomas, que vão de leves a mais severos, ele não é simples de ser feito. Além disso, podem existir outras condições em comorbidade, como a deficiência intelectual, TDAH ou bipolaridade, por exemplo.
Em geral, para a elaboração do diagnóstico, os médicos conversam com os pais para conhecer detalhes sobre o comportamento e desenvolvimento da criança, além de observá-la.
Esse primeiro encontro dará indícios se há autismo ou não, além de sinalizar se deverá ser realizada uma avaliação mais profunda.
Durante a consulta, o pediatra, neuropediatra ou psiquiatra poderá fazer perguntas sobre o desenvolvimento da criança e os padrões de comportamento, por exemplo: como ela brinca, se comunica, aprende e age.
É importante que os pais expressem suas preocupações sobre quaisquer problemas de desenvolvimento ou cognitivos que observem em seus filhos. Tudo isso pode ajudar no diagnóstico de TEA e na elaboração de um tratamento.
Fonte: Neuro Saber






