
Síndrome de Asperger é um transtorno neurobiológico enquadrado dentro da categoria Transtornos do Neurodesenvolvimento, de acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V).
A Síndrome de Asperger afeta a forma como as pessoas percebem o mundo e interagem com outras pessoas. Trata-se de um dos perfis ou espectro de autismo, o chamado Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Pessoas com Asperger vêem, ouvem e sentem o mundo de forma diferente de outras pessoas. Se você tem síndrome de Asperger, você tem um quadro para a vida – não é uma doença e, portanto, não pode ser “curada”. Muitas vezes, as pessoas sentem que a Síndrome de Asperger é um traço fundamental da sua identidade.
Quão comum é a Síndrome de Asperger?
O autismo, incluindo a síndrome de Asperger, é muito mais comum do que a maioria das pessoas pensa. De acordo com o jornal El País, cerca de 1% da população mundial tem algum tipo de TEA, segundo dados dos Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças do Governo dos Estados Unidos. E segundo a revista especializada Jama Pediatrics, mais de 3,5 milhões de norte-americanos têm autismo, enquanto no Reino Unido 604.000 pessoas são classificadas dentro desse espectro.
Estima-se que o Brasil tenha hoje cerca de 2 milhões de autistas. Aproximadamente 407 mil pessoas somente no estado de São Paulo. As pessoas com síndrome de Asperger vêm de todas as nacionalidades e contextos culturais, religiosos e sociais, embora pareça afetar mais homens do que mulheres.
Diagnóstico
O diagnóstico é a identificação formal da condição. Geralmente é realizado por uma equipe de diagnóstico multidisciplinar, incluindo frequentemente um fonoaudiólogo, pediatra, psiquiatra e psicólogo. Como a Síndrome de Asperger varia muito de pessoa para pessoa, fazer um diagnóstico pode ser difícil. Pode ser diagnosticado tardiamente em crianças, quando comparado a outros espectros do autismo. Algumas dificuldades podem não ser reconhecidas e diagnosticadas até a idade adulta.
Os benefícios de um diagnóstico
Algumas pessoas vêem um diagnóstico formal como um rótulo inútil. No entanto, obter uma avaliação e diagnóstico oportuna e completa pode ser útil porque:
Isso ajuda pessoas com Síndrome de Asperger (e suas famílias, parceiros, empregadores, colegas, professores e amigos) a entender por que eles podem enfrentar certas dificuldades. E o que podem fazer sobre elas;
Permite que as pessoas tenham acesso a serviços e suporte.
Dicas para pais curtirem sem receio o carnaval com filhos pequenos. Veja a seguir:
Prefira blocos infantis ou com perfil mais familiar, que aconteçam durante o dia e em lugares arborizados ou com sombra.
Em locais com aglomerações, redobre os cuidados com segurança. Coloque nos filhos pulseira de identificação ou crachá com nome da criança, nome dos pais e contato, para que a família possa ser localizada rapidamente em caso de desaparecimento.
Em festas na rua, verifique se o local está fechado para o acesso de carros. Em salões cobertos, observe se o piso é escorregadio, se o acesso às escadas é protegido e se as janelas possuem telas ou grades. Em qualquer um dos casos, mantenha supervisão constante.
Para pintar a pele das crianças, use tinta e maquiagem atóxicas e hipoalergênicas. Evite artigos de procedência duvidosa, sem selo do Inmetro ou aprovação da Anvisa. Cuidado com a área dos olhos ao passar tinta ou glitter.
Confetes de papel são melhores do que os de alumínio, brilhantes, que podem ser cortantes. Evite espuma em spray, que é altamente inflamável. E explique às crianças por que elas não devem colocar confete na boca, enrolar a serpentina no pescoço ou brincar de jogar espuma nos olhos e na boca de outras pessoas.
Coloque roupas confortáveis nas crianças. Prefira fantasias com tecidos leves e frescos, como algodão, sem excesso de adereços que incomodem. Não se esqueça do chapéu ou gorro em dias de sol.
Evite roupas com cordões ou o uso de correntes no pescoço, pois eles podem se prender em algum lugar e causar estrangulamento. Também fique atento a botões e pequenos ornamentos, que podem se soltar e ser engolidos, causando sufocação.
Para evitar quedas, escolha calçados confortáveis e firmes, com boa aderência ao pé. Tênis devem ficar com os cadarços sempre bem amarrados. Uma dica da ONG Criança Segura é trocar os cadarços por elásticos coloridos.
Cuide da hidratação das crianças. Leve água, água de coco ou suco — se estiver calor, considere armazenar os líquidos em garrafa térmica. Mães que amamentam também devem se hidratar frequentemente.
Leve comida, pois nem sempre há opções saudáveis disponíveis para comprar no local. Frutas são uma ótima pedida, especialmente as que contêm bastante água, como melancia, melão, laranja ou tangerina.
Aplique protetor solar nos pequenos — e, se for o caso, repelente também — e não se esqueça de levar o frasco para reaplicar.
Se o calor estiver muito forte, leve guarda-chuva para se abrigar do sol — existem até opções com proteção UV.
Em blocos com bateria ou trio elétrico, fique longe do som alto. Dependendo da idade e da sensibilidade da criança, considere levar protetor auricular ou fones infantis anti-ruído.
Leve um pano ou canga para que a família possa se sentar e descansar de vez em quando.
Respeite o limite das crianças e não fique tempo demais. Se notar sinais de sono ou irritação, é hora de ir para casa.
O primeiro mês do ano é marcado pela campanha Janeiro Branco, que tem como principal objetivo discutir a saúde mental. Idealizado pelo psicólogo Leonardo Abrahão há cinco anos, o projeto convida as pessoas a refletirem sobre suas vidas, a qualidade dos relacionamentos e incentiva o debate sobre o tema em todos os espaços.
A escolha de janeiro é estratégica, pois o começo do ano pode gerar ansiedade pelo desejo de cumprir as metas dos 12 meses seguintes e frustração por não ter cumprido todas do ano anterior. Além disso, costuma ser um período de muita reflexão.
Dessa forma, a campanha serve como um alerta para que todos comecem seu novo ciclo de uma maneira sadia, tanto emocional quanto psicologicamente. E para que isso seja possível, fazer terapia pode ser o primeiro item da lista de resoluções para que as demais sejam atingidas com sucesso.
Embora os psicólogos estejam à frente do movimento, por serem os profissionais que lidam com saúde mental, o Janeiro Branco busca envolver todos. Um empresário, por exemplo, pode reunir seus colaboradores para discutir o tema no ambiente de trabalho.
Importância da boa saúde mental
A OMS afirma que a saúde mental depende do bem-estar físico e social, lembrando que o conceito de saúde vai além da ausência de doenças. Esse conjunto é fundamental para que, como seres humanos, tenhamos plenas capacidades individuais e coletivas para pensar, nos emocionar, interagir uns com os outros e ganhar e aproveitar a vida.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 300 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo o mundo, um transtorno mental frequente que afeta todas as faixas etárias, de qualquer raça, etnia ou classe social. A doença é a principal causa de incapacidade e é pauta de destaque quando se fala em saúde da mente. Cada pessoa pode buscar meios de cuidar da própria saúde mental, seja fazendo terapia (há serviços gratuitos) ou atividades que proporcinem bem-estar. A elaboração de políticas públicas também é parte importante a fim de promover uma cultura da boa saúde da mente.
Com informações: Portal Terra
O primeiro mês do ano é marcado pela campanha Janeiro Branco, que tem como principal objetivo discutir a saúde mental. Idealizado pelo psicólogo Leonardo Abrahão há cinco anos, o projeto convida as pessoas a refletirem sobre suas vidas, a qualidade dos relacionamentos e incentiva o debate sobre o tema em todos os espaços.
A escolha de janeiro é estratégica, pois o começo do ano pode gerar ansiedade pelo desejo de cumprir as metas dos 12 meses seguintes e frustração por não ter cumprido todas do ano anterior. Além disso, costuma ser um período de muita reflexão.
Dessa forma, a campanha serve como um alerta para que todos comecem seu novo ciclo de uma maneira sadia, tanto emocional quanto psicologicamente. E para que isso seja possível, fazer terapia pode ser o primeiro item da lista de resoluções para que as demais sejam atingidas com sucesso.
Embora os psicólogos estejam à frente do movimento, por serem os profissionais que lidam com saúde mental, o Janeiro Branco busca envolver todos. Um empresário, por exemplo, pode reunir seus colaboradores para discutir o tema no ambiente de trabalho.
Importância da boa saúde mental
A OMS afirma que a saúde mental depende do bem-estar físico e social, lembrando que o conceito de saúde vai além da ausência de doenças. Esse conjunto é fundamental para que, como seres humanos, tenhamos plenas capacidades individuais e coletivas para pensar, nos emocionar, interagir uns com os outros e ganhar e aproveitar a vida.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 300 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo o mundo, um transtorno mental frequente que afeta todas as faixas etárias, de qualquer raça, etnia ou classe social. A doença é a principal causa de incapacidade e é pauta de destaque quando se fala em saúde da mente. Cada pessoa pode buscar meios de cuidar da própria saúde mental, seja fazendo terapia (há serviços gratuitos) ou atividades que proporcinem bem-estar. A elaboração de políticas públicas também é parte importante a fim de promover uma cultura da boa saúde da mente.
Com informações: Portal Terra
Os distúrbios da fala são bem variados e também existem causas diversas, podendo estar presentes desde o nascimento, se manifestar na infância ou até mais tarde, devido a um acidente ou uma doença. Vamos entendê-los melhor!
Esses distúrbios da fala atingem a habilidade de falar as palavras com clareza. Lembrando que muitas pessoas com distúrbios de fala não têm problemas de compreensão ou raciocínio. Esses problemas também podem ter relação com distúrbios da voz, incluindo timbre, qualidade e volume. É bom você saber que muitos distúrbios de fala não possuem causa conhecida.
Os distúrbios podem ser hereditários, como perdas auditivas ou gagueira, também podem ser adquiridos com o crescimento, como distorções ou trocas nos sons da fala, outra possibilidade desses problemas podem ter início súbito ou tardio, decorrentes de traumatismo craniano ou afasia após um AVC.
O diagnóstico e os tratamentos dos distúrbios são feitos pelo fonoaudiólogo juntamente com outros profissionais, como o neurologista, pediatra, fisioterapeuta, ortodontista, otorrinolaringologista, psicólogo e o terapeuta ocupacional.
Vamos saber agora os distúrbios da fala mais comuns existentes na atualidade:
Esse distúrbio da fala é bem comum, não é mesmo? Ele altera a fluência e o padrão rítmico da fala, sendo que esse distúrbio pode atingir crianças e adultos. Há a gagueira de quando as rupturas na fala são mais graves, como prolongamentos, bloqueios e repetição de sons. Os indivíduos disfluentes são mais comuns, pois eles cometem rupturas normais em seu discurso numa frequência elevada.

Essas são alterações que acontecem depois de um trauma orgânico no cérebro, decorrido de trauma cranioencefálico, AVC ou demência por envelhecimento. Esses distúrbios modificam a compreensão, articulação da fala e movimentação. Vale ressaltar que essas alterações são mais comuns em idosos.
Esse também é um dos principais distúrbios da fala, quando o som não é direcionado de maneira correta por meio da orelha média, ocasionando uma perda auditiva condutiva. Esse tipo de perda pode ser tratado através de medicamentos ou cirurgicamente. Além das perdas condutivas, há também as perdas neurossensoriais, caracterizada por problemas da orelha interna ou por lesões que atinjam o nervo que leva os sons ao cérebro. Esse tipo de perda não pode ser tratado por medicamentas, portanto, estas pessoas precisam usar aparelhos auditivos.
No úlrimo dia 16, aconteceu na APAE uma festa de Natal, que contou com a presença de todos os alunos da Escola de Educação Especial O Girassol. Durante o encontro os pequenos participaram de um delicioso almoço prepado com muito carinho pelas cozinheiras da Associação e comeram bolo de sobremesa.
Ao final, os alunos receberam a visita do Papai Noel que destrubuiu presentes a todos eles.
A família da APAE agradece a parceria da Loja Caramelada e da ACE Cruzília na realização da Festa de Natal.
Hoje, 11 de dezembro, é comemorado o Dia Nacional das APAES. A data foi criada em 2001, em referência à fundação da primeira APAE no país. Considerada a marca de confiança dos brasileiros, as APAES estão presentes em mais de 2100 municípios brasileiros, sendo 305 no estado de São Paulo, prestando serviços de qualidade nas áreas de assistência social, educação e saúde.
História
A primeira APAE foi fundada em 1954, no Rio de Janeiro. Caracteriza-se por ser uma organização social sem fins lucrativos, cujo objetivo principal é promover a atenção integral à pessoa com deficiência intelectual e múltipla. Essas entidades prestam um relevante serviço à sociedade em vários segmentos: na defesa de direitos das pessoas com deficiência; promoção e prevenção da saúde; apoio à família; atendimento educacional especializado; assistência cocial, além da preparação para o mercado de trabalho.
Mas a preocupação das APAES vai mais além desses atendimentos. As Escolas de Educação Básica na modalidade de Educação Especial mantidas pelas Associações também proporcionam outras atividades de integração. A área de Educação Física, Esporte e Lazer é um entre muitos exemplos: abrange diversos eventos como os jogos regionais; olimpíadas nos níveis regional, estadual e nacional (muitos atletas têm participado de campeonatos e jogos especiais em âmbito internacional).
O acesso à arte e à cultura é também garantido, instrumento determinante para a qualidade de vida das pessoas com deficiência: meio de dar expressão às suas aptidões e potencialidades. Essa imersão no mundo da criatividade é propiciada através de oficinas; concursos e festivais de Arte nas esferas regional, estadual e nacional.
Começou a campanha Dezembro Laranja. A iniciativa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) ocorre no decorrer do mês e até o fim do verão com a proposta de fortalecer a importância da utilização de medidas fotoprotetoras e do diagnóstico precoce oferecido pela rede pública de saúde para a redução do câncer da pele. Este ano, assim como em 2017, o tema será “Se exponha mas não se queime”.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), anualmente, são diagnosticados 180 mil casos novos da doença. Isso significa que um em cada quatro casos novos de câncer no Brasil, é de pele.
Quase 90% dos casos existentes são de carcinomas. Esses tumores têm letalidade baixa, mas provocam cerca de 1.900 óbitos a cada ano no nosso País. Menos comum, o câncer melanoma é o tipo mais agressivo e, por este motivo, causa mais de 1.700 óbitos anualmente. Nós conhecemos a origem da doença e sabemos que é possível preveni-la, por este motivo a conscientização pública é uma das formas de reduzir o número de casos.
Como se prevenir Câncer de pele?
Proteção solar, que pode ser feita através de:
Evitar o sol nos horários entre as 10 e 16 horas;
Evitar o sol em excesso;
Evitar câmaras de bronzeamento artificial;
Use protetor solar com Fator de Proteção Solar (FPS) no mínimo 15;
Reaplique o protetor a cada 2-3h – até mesmo aqueles que são “à prova d’água”
Aplique o protetor solar cerca de 30 minutos antes de se expor ao sol;
Além do protetor solar utilize bonés, chapéus, roupas compridas, óculos escuros e procure sempre lugares com sombra.
Os exames preventivos devem ser feitos nas unidades básicas de saúde ou nas equipes de saúde de família. Se possível, uma vez ao ano, ou conforme orientação médica.