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Depoimentos

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No último final de semna, aconteceu no CRE (Clube Recreativo Encruzilhadense) a apresentação dos alunos da APAE em homenagem ao Dia das Mães.

Durante o evento, que contou com a presença dos colaboradores da associação e  de várias mães, os alunos fizeram apresentações teatrais e musicais.          

Ao final do evento, todas as mães receberam um presente feito pelos alunos e professores da APAE. As mães que trabalham na instituição receberam uma rosa em homenagem ao dia das mães.                                     

A APAE de Cruzília foi beneficiada com  R$ 5.500, 00 , porcentagem  da bilheteria ingresso solidário dos shows realizados na Festa de Aniversário de Cruzília de 2016.

A iniciativa de doar essa porcentagem para a associação foram das empresas Amorycana Produções e Magno Áudio Promoções e da Prefeitura Municipal de Cruzília.

Vale ressaltar que o dinheiro recebido foi utilizado para manutenção da APAE.

A Escola de Educação Especial “ O Girassol” APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Cruzília realiza mensamente um bazar de roupas, onde você encontra prças de boa qualidade a partir de 0,50 centavos.   O evento que acontece durante todo o dia é realizado nas dependências da APAE. Vale ressaltar que o objetivo do bazar é auxiliar financeiramente a instituição.                                                   Quem desejar colaborar com o bazar da associação é só separar aquela roupa que está guardada há muito tempo no armário, mas que está em bom estado e deixar na sede da APAE. 

Apresentamos  algumas orientações que as pessoas podem seguir nos seus contatos com as pessoas com deficiência. Não são regras, mas esclarecimentos resultantes da experiência de diferentes pessoas que atuam na área e que apontam para as especificidades dos diferentes tipos de deficiências.


Como chamar

  • Prefira usar o termo hoje mundialmente aceito: “pessoa com deficiência (física, auditiva, visual ou intelectual)”, em vez de “portador de deficiência”, “pessoa com necessidades especiais” ou “portador de necessidades especiais”;
  • Os termos ”cego” e “surdo” podem ser utilizados;
  • Jamais utilizar termos pejorativos ou depreciativos como, “aleijado”, “inválido”, “mongol”, “retardado”, “incapaz”, “defeituoso” e outros.


Pessoas com deficiência física

  • É importante perceber que para uma pessoa sentada é incômodo ficar olhando para cima por muito tempo. Portanto, ao conversar por mais tempo que alguns minutos com uma pessoa que usa cadeira de rodas, se for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível.
  • A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Apoiar-se na cadeira de rodas é tão desagradável como fazê-lo numa cadeira comum onde uma pessoa está sentada.
  • Ao empurrar uma pessoa em cadeira de rodas, faça-o com cuidado. Preste atenção para não bater naqueles que caminham à frente. Se parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.
  • Mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa com deficiência.
  • Se achar que ela está em dificuldades, ofereça ajuda e, caso seja aceita, pergunte como deve proceder. As pessoas têm suas técnicas individuais para subir escadas, por exemplo, e, às vezes, uma tentativa de ajuda inadequada pode até atrapalhar. Outras vezes, o auxílio é essencial. Pergunte e saberá como agir e não se ofenda se a ajuda for recusada.
  • Se você presenciar um tombo de uma pessoa com deficiência, ofereça-se imediatamente para auxiliá-la. Mas nunca aja sem antes perguntar como deve ajudá-la.
  • Esteja atento para a existência de barreiras arquitetônicas quando for escolher uma casa, restaurante, teatro ou qualquer outro local que queira visitar com uma pessoa com deficiência física.
  • Não se acanhe em usar termos como “andar” e “correr”. As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras.


Pessoas com deficiência visual

  • É bom saber que nem sempre as pessoas com deficiência visual precisam de ajuda. Se encontrar alguém que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela e ofereça seu auxílio.
  • Nunca ajude sem perguntar como fazê-lo. Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando. Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.
  • É sempre bom avisar, antecipadamente, sobre a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e outros obstáculos durante o trajeto.
  • Ao explicar direções, seja o mais claro e específico possível; de preferência, indique as distâncias em metros (“uns vinte metros à nossa frente”, por exemplo). Quando for afastar-se, avise sempre.
  • Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que ela tenha, também, uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal.
  • Não se deve brincar com um cão-guia, pois ele tem a responsabilidade de guiar o dono que não enxerga e não deve ser distraído dessa função.
  • As pessoas cegas ou com visão subnormal são como você, só que não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração dispensados às demais pessoas. No convívio social ou profissional, não as exclua das atividades normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar.
  • Fique à vontade para usar palavras como “veja” e “olhe”, pois as pessoas com deficiência visual as empregam com naturalidade.


Pessoas com paralisia cerebral

  • A paralisia cerebral é fruto da lesão cerebral, ocasionada antes, durante ou após o nascimento, causando desordem sobre os controles dos músculos do corpo. A pessoa com paralisia cerebral não é uma criança, nem é portador de doença grave ou contagiosa.
  • Trate a pessoa com paralisia cerebral com a mesma consideração e respeito que você usa com as demais pessoas.
  • Quando encontrar uma pessoa com paralisia cerebral, lembre-se que ela tem necessidades específicas, por causa de suas diferenças individuais, e pode ter dificuldades para andar, fazer movimentos involuntários com pernas e braços e apresentar expressões estranhas no rosto.
  • Não se intimide, trate-a com naturalidade e respeite o seu ritmo, porque em geral essas pessoas são mais lentas. Tenha paciência ao ouvi-la, pois a maioria tem dificuldade na fala. Há pessoas que confundem esta dificuldade e o ritmo lento com deficiência intelectual.


Pessoas com deficiência auditiva

  • Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. Muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Algumas fazem a leitura labial, outras não.
  • Ao falar com uma pessoa surda, acene para ela ou toque levemente em seu braço, para que ela volte sua atenção para você. Posicione-se de frente para ela, deixando a boca visível de forma a possibilitar a leitura labial. Evite fazer gestos bruscos ou segurar objetos em frente à boca. Fale de maneira clara, pronunciando bem as palavras, mas sem exagero. Use a sua velocidade normal, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar.
  • Ao falar com uma pessoa surda, procure não ficar contra a luz, e sim num lugar iluminado.
  • Seja expressivo, pois as pessoas surdas não podem ouvir mudanças sutis de tom de voz que indicam sentimentos de alegria, tristeza, sarcasmo ou seriedade, e as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo são excelentes indicações do que você quer dizer.
  • Enquanto estiver conversando, mantenha sempre contato visual. Se você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou.
  • Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Se tiver dificuldade para compreender o que ela está dizendo, não se acanhe em pedir para que repita. Geralmente, elas não se incomodam em repetir quantas vezes for preciso para que sejam entendidas. Se for necessário, comunique-se por meio de bilhetes. O importante é se comunicar.
  • Mesmo que pessoa surda esteja acompanhada de um intérprete, dirija-se a ela, e não ao intérprete.
  • Algumas pessoas surdas preferem a comunicação escrita, outras usam língua de sinais e outras ainda preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Você pode tentar se comunicar usando perguntas cujas respostas sejam sim ou não. Se possível, ajude a pessoa surda a encontrar a palavra certa, de forma que ela não precise de tanto esforço para transmitir sua mensagem. Não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar sua conversa.


Pessoas com deficiência intelectual

  • Você deve agir naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência intelectual.
  • Trate-a com respeito e consideração. Se for uma criança, trate-a como criança. Se for adolescente, trate-a como adolescente, e se for uma pessoa adulta, trate-a como tal.
  • Não a ignore. Cumprimente e despeça-se dela normalmente, como faria com qualquer pessoa.
  • Dê-lhe atenção, converse e verá como pode ser divertido. Seja natural, diga palavras amistosas.
  • Não superproteja a pessoa com deficiência intelectual. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for realmente necessário.
  • Não subestime sua inteligência. As pessoas com deficiência intelectual levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais.

 

No ano de 2006  APAE de Cruzília recebeu a doação de um terreno do médico Maurílio Ferreira Maciel e da esposa Marilda Junqueira Maciel, para a construção da sede própria da instituição. Desde então, a APAE busca angariar recursos para tornar o sonho da nova sede realidade.

 Atualmente está sendo construído o 3º anexo da obra, com recursos provenientes da CEMIG, Fórum de Cruzília e de recursos que a própria associação arrecada. 

É importante lembrar que qualquer pessoa pode colaborar com a APAE através uma doação é simples!

Você pode depositar qualquer quantia na seguinte conta da agência do Banco do Brasil, Agência: 2021-4, Conta Corrente: 97125-1 ou fazer o Carnê de Contribuição da APAE, no valor mínimo de R$ 5,00 mensais.  Para  solicitar o carnê é só entrar em contato pelo telefone (35) 3346-1212 ou comparecer na associação, que funciona na Rua Cel. Serafim Pereira, nº 245. Centro. 

No último dia 10, foi publicada no Diário Oficial da União a Portaria nº 937 de 2017, do Ministério da Saúde, que amplia a cobertura de fraldas geriátricas, no âmbito do Programa Farmácia Popular, a pessoas com deficiência.

A Farmácia Popular, até então, fazia a distribuição do produto pelo programa, para cidadãos com incontinência urinária, sendo permitida a pessoas com idade igual ou superior a 60 anos.

Para fazer a retirada das fraldas, o paciente precisa apresentar prescrição e laudo ou atestado médico que indique a necessidade do uso da fralda. No caso de pessoas com deficiência, é preciso constar, no documento, a respectiva Classificação Internacional de Doenças (CID).

Quem possui um filho ou é responsável por uma criança com algum tipo de deficiência , pode receber um auxílio da Previdência Social, caso o rendimento da família seja muito baixo. Confira como obter a assistência e assegurar os direitos da criança:

A lei 8.742, conhecida como LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social), assegura o pagamento de benefício no valor de um salário mínimo mensal às pessoas com deficiências de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, capazes de impedir sua participação plena e efetiva na sociedade em caráter de igualdade com os demais cidadãos.

O direito à assistência se estende aos menores de idade e indígenas que estejam de acordo com os parâmetros definidos para concessão.

Para receber esse auxílio, é necessário comprovar a deficiência da criança e atestar que o adulto não tem condições financeiras para arcar com os cuidados de que o deficiente  necessita. Nesse caso, deve-se provar que a renda mensal familiar per capita não ultrapassa ¼ do valor do salário mínimo em vigor.

Além disso, o portador da deficiência tem que ser brasileiro nato ou naturalizado e residir no Brasil. Vale destacar ainda que, para garantir esse direito, ele não deve receber nenhum outro benefício no âmbito da seguridade social, com exceção de assistência médica e pensão especial indenizatória.

Se o caso atender a essas exigências, basta agendar um horário na agência do INSS para solicitar o benefício.

No dia do atendimento, é essencial que os pais ou responsável pelo deficiente leve os seguintes documentos: número de identificação do trabalhador – NIT (PIS/PASEP); documento de identificação; CPF; certidão de nascimento ou casamento (para documentos emitidos fora do país); certidão de óbito do(a) esposo(a) falecido(a), se for o caso; comprovante de rendimentos do grupo familiar; comprovante de residência; documentos pessoais dos membros da família (RG ou certidão de nascimento, CPF, número do PIS/PASEP/NIT); e atestado de tutela, nos casos de menores com pais falecidos ou desaparecidos.

Por ser um direito assegurado em lei, caso o interessado se enquadre em todas as condições impostas para receber o auxílio e tenha apresentado corretamente todos os documentos solicitados, não há motivo para recusas.

Depoimento de Ana Maria

Publicado em Depoimentos Quarta, 28 Novembro 2012 02:00

Vejo na APAE, muita luta, trabalho e solidariedade. Uma instituição com colaboradores iluminados que estão sempre enfrentando as dificuldades, com muito amor e dedicação. Que Deus ilumine sempre o caminho de todas essas incríveis almas que se dedicam com muito amor e carinho a esses especiais filhos de Deus. Que os excepcionais sejam sempre agraciados com a benção de Deus.

Você pode nos ajudar através de:
- Trabalho voluntário em festas promovidas;
- Depósito bancário: Banco do Brasil - Ag. 2.021-4 | C/C: 97.125-1 - Titular: APAE; ou PIX 17408865000194
- Doações de alimentos, roupa e material escolar;
- Carnê de contribuição.

Para mais detalhes, favor entrar em contato com a APAE de Cruzilia
Rua Antônio Augusto de Lima, nº. 83 – Olaria – Cruzília/MG
Telefone: (35) 98883-0098
E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

 

Equipe

Publicado em Institucional
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Diretoria Executiva

Presidente: Ana Paula Pereira de Souza Mangia

Vice-presidente: Roberta Pereira Maciel

1º Diretor Financeiro: Diego Mangia Furtado

2º Diretor Financeiro: Poliana Fernandes Lollobrigida

1º Diretor Secretário: Ana Maria Vilela Vieira de Souza

2º Diretor Secretário: Alessandra da Silva Ribeiro

Diretor de Patrimônio: Fernanda Camilo Pereira Rocha

Diretor Social: Thais Ribeiro

 

Conselho de Administração

Marilda Castor Claúdio

Luana dos Reis Pereira de Souza

Franciele Aparecida de Castro Borges

Heleni da Silva

Ivonilda dos Santos Rodrigues

Maria José de Souza Ferreira

Maria Regina de Novais Moreira

Cilene Aparecida Pereira

Lauriane Marciano de Oliveira

 

Conselho Fiscal (Titulares)

Clariana Andrade da Silva

Adriana Ferreira Furtado

Andreia Cristina Nunes Maciel

 

Conselho Fiscal  (Suplentes)

Patrícia Camila de Morais

Maria Zélia Vilela Alvarenga

Amanda Atanázio Tobias

 

Equipe

Diretora Administrativa: Amanda Furtado de Souza Castro

Auxiliar Administrativo: Taiane Rocha da Silva

Secretária: Raiane Silveira Delmindo

Secretária Escolar: Sabrina Francisco Toledo Marcelino

 

Professora de Matemática: Delsângela Ferreira de Assis Mangia

Professora de Ciências:

Professora Educação Infantil: Polyana de Assis Reis

Professora Ensino Fundamental I: Rozilene Maria Goneli Vieira

Professora Ensino Fundamental I: Maria Clarinda Ferreira Rocha

Professora de Língua Portuguesa, Inglês e Arte: Maria Gorete de Alvarenga Ribeiro

Professora Eventual: Regiane de Souza Pereira 

Professor de Educação Física: Saulo Jeremias da Silva Ribeiro

Educador Físico: Pedro

Professor de Música: Júlio Carlos de Souza Nogueira

Professora de Arte: Beatriz A. Magalhães

Professora de Culinária: Marisa Helena da Silva Nascimento (Técnica em Alimentos) 

 

Assistente Social e Coordenador do Centro Dia: Marco Antônio de Souza Flauzino

Educadora Social: Mirlane Teodora da Silva

Psicólogas: Ana Lúcia de Andrade Penha - Formação Profissional

                 Déa Maria Marques Leite - Formação Profissional

Fisioterapeuta: Mariana Ferreira Rezende - Formação Profissional

                      Maristela Oliveira de Andrade - Formação Profissional

Fonoaudiólogas: Lúcia Maria Marques Leite - Formação Profissional

                         Caroline Yasmin Rezende Silveira - Formação Profissional

Terapeuta Ocupacional: Suzette Neves de Paula Ferreira - Formação Profissional

 

Médico Pediatra: Luiz Cláudio Pereira Fernandes

Médico Psiquiatra: Bruno Rennô Grilo Siqueira

Médica Neuropediatra: Renata Delfino

 

Motoristas: Gonçalo Manoel da Silva

                 Agnaldo Mesquita

Auxiliar de Serviços Gerais: Eliane Aparecida dos Santos da Silva

                                       Francisca Maciel de Souza (Cedida pela Prefeitura)

Servente de Limpeza: José da Silva Rezende

Monitora:

Auxiliar de Limpeza: Lucineia do Carmo Avelino

                               Renata de Souza Oliveira

                               Wellitan Angélica de Souza

                               Michele da Silva Pinto

 

 

Giuliano Giordani da Silva