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No último dia 21 foi celebrado o dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), 80% das pessoas que vivem com alguma deficiência moram nos países em desenvolvimento ou emergentes, como o Brasil. Por aqui, mais de 45 milhões de pessoas tem algum tipo de deficiência, o que corresponde a quase 24% da população, como revela a última pesquisa Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) estima que, em todo o mundo, 150 milhões de crianças menores de 18 anos têm alguma deficiência. Mas o que não é apresentado em nenhuma estatística ou pesquisa é a quantidade de pessoas que sofrem preconceito e discriminação, uma situação não restrita às pessoas que têm deficiência. E se pensarmos nas crianças, essa é uma realidade ainda mais cruel.

Diagnóstico e tratamento precoce

Para ampliar a conscientização da população para evitar o preconceito às crianças com deficiência é necessário instigar o debate e divulgar todas as informações possíveis sobre esse assunto.

Durante muito tempo, a deficiência foi encarada como uma tragédia pessoal, uma desvantagem natural ou mesmo uma anormalidade. Perceber a deficiência como um modo de vida particular ou como mais um elemento da diversidade humana ainda é um grande desafio. Antes de tudo, a pessoa com deficiência é uma pessoa que tem direitos como qualquer cidadão.

Por isso, a luta por uma sociedade mais justa e equitativa não pode e nem deve ser apenas das pessoas com deficiência e suas famílias, mas um esforço de toda a sociedade e do Estado, para evoluir no sentido de reconhecer e acolher as diferenças, combatendo as desigualdades. É preciso entender que a deficiência não está na pessoa e sim na sociedade que não reconhece e acolhe as diferenças que acabam por criar barreiras que impedem a participação plena e efetiva das pessoas com deficiência na sociedade.

Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência

Portanto, o recado para o Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência, é de que uma vida plena e cheia de realizações sempre é possível quando reduzimos as barreiras, basta ver o caso do australiano Nick Vujicic, que nasceu sem os braços e sem as pernas, devido à rara síndrome Tetra-amelia. Isso não o impediu de vencer e se transformar em palestrante internacionalmente conhecido por sua história de superação. Como o ele mesmo diz: Para cada deficiência que você tem, você é abençoado com habilidades mais do que suficientes para superar seus desafios.

Com informações: Ministério da Saúde

 

Receber o diagnóstico de autismo de um filho é como embarcar rumo a um universo desconhecido. É preciso encontrar a maneira de aterrissar nesse pequeno mundo em que a criança parece estar isolada. O transtorno, costuma ser identificado pelos médicos entre 1 ano e meio e 3 anos, mas especialistas apostam que os próprios pais são capazes de detectar os primeiros sinais a partir dos 8 meses e, assim, buscar ajuda especializada quanto antes.

O olhar é extremamente importante para demonstrar o vínculo materno. Enquanto é amamentado, o autista pode não fitar a figura da mãe e ter um olhar perdido.

Outro comportamento que pode acender a luz amarela é ele aceitar o colo de qualquer pessoa. Com 8 meses, a criança costuma estranhar quem não é do seu convívio e até chorar, mostrando que está insatisfeita. Já um autista sente-se igualmente confortável com qualquer um.

O choro quase ininterrupto, uma inquietação constante ou, ao contrário, uma apatia exacerbada também merecem atenção. Vale alertar que quando o autismo é leve, exames eletroencefalográficos, genéticos e de neuroimagem às vezes não acusam alterações significativas. Daí, mais do que nunca, conta a percepção dos pais no dia a dia.

Vale notar até mesmo se o pequeno se incomoda com o toque, com alguns sons e com certas texturas de alimentos, o que chega a dificultar demais a transição do leite para as comidas sólidas, já que o autista tem os sentidos afetados.

Em casa, nota-se a ausência de fala, uma aparente surdez e os movimentos pendulares estereotipados de tronco, mãos e cabeça. Já os especialistas analisam transtornos de linguagem, de socialização, comportamentos restritos e repetitivos. O espectro autista é diferenciado pelos graus de comprometimento dessas características.

A doença atinge mais meninos – quatro para cada menina -, e metade dessas crianças tem ainda algum retardo mental. Muitas vezes são diagnosticadas enfermidades associadas, como convulsões, e até epilepsia. Encrencas gastrointestinais são igualmente comuns. Como não mostram o que sentem, principalmente a dor, os pais devem ficar de olhos abertos. Crises de ansiedade e até a agressividade também afetam o tratamento. Nesses casos, a medicação para tranquilizar é uma grande aliada, os testes com o hormônio oxitocina, ligado à afetividade, é visto como alternativa por especialistas.

O tratamento

As avaliações são individuais, mas as terapias costumam ser feitas em grupos para estimular a socialização. Englobam o acompanhamento comportamental, o pedagógico e o aprimoramento da comunicação. E, quanto mais cedo as intervenções forem iniciadas, maiores são os progressos, principalmente nas relações afetivas, nas atividades diárias e motoras.

Os tipos

Autismo clássico 

É uma pane neurofisiológica, que cria obstáculos para o processamento cerebral. A sociabilidade é sempre comprometida. Nos casos mais graves, a fala chega a ser afetada. Nos moderados, há uma interação com o mundo, porém mais passiva.

Asperger 

Menos grave, tem características semelhantes às do autismo, como o interesse restrito por objetos e problemas de socialização. Atinge sete meninos para cada menina. Mas, no caso, inteligência e memória fora do comum roubam a cena.

O dia 7 de setembro data em que celebramos a independência do Brasil, foi agitado para os alunos da APAE e da Escola de Educação Especial “O Girassol” que participaram com muita animação e entusiasmo do desfile cívico.

Esse ano, o desfile teve como tema, “Os biomas brasileiros” e por finalidade apresentá-los para a comunidade cruziliense, além de abordar a importância de sua conservação.

O desfile de 7 de setembro contou com a presença de  12 instituições de ensino que percorreram toda a Rua Coronel Cornélio Maciel. 

A APAE de Cruzília apoia a Campanha Setembro Amarelo, criada em 2014 com o objetivo  de conscientizar as pessoas  sobre a importância da prevenção do suicídio, além de divulgar o tema e alertar a população sobre a importância de sua discussão.

Durante todo o mês de setembro, é comum ver espaços públicos e privados decorados ou iluminados com a cor amarela. O mês  foi escolhido porque 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.

Atualmente, o suicídio é um problema de saúde pública no Brasil e a sua ocorrência tem almentado entre os jovens. De acordo com os números oficiais, 32 brasileiros se matam por dia. Essa taxa é maior do que a de vítimas de AIDS e da maioria dos tipos de câncer.

O Setembro Amarelo conta com o apoio do Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Mundialmente, a Associação Internacional para Prevenção do Suicídio (IASP) também participa da divulgação do projeto.

 

No período de 21 a 28 de agosto foi comemorada em todo o Brasil a Semana Nacional da Pessoal com Deficiência Intelectual e Múltipla que esse ano teve como tema, Pessoas com deficiência: direitos, necessidades e realizações.

Para comemorar a semana que teve por finalidade quebrar tabus e  vencer as barreiras da desigualdade, lutando pelos direitos das pessoas com deficiência, a APAE de Cruzília preparou várias atividades com seus alunos e com a comunidade.

Entre as atividades destacamos: Manhã e tarde recreativas no Sete De Setembro Futebol Clube e no Sítio Cajuru, sessão de Cinema, palestra aberta a comunidade ministrada pela fonoaudióloga  Lúcia M. Marques Leite, pela terapeuta ocupacional, Suzette Neves de Paula Ferreira e pela assistente social, Betânia Maciel com o tema: “A importância da família no tratamento da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla faz a diferença” e dia de comer lanche e bolo com as professoras.

A família da APAE agradece a todas as pessoas que colaboraram direta e indiretamente para a realização de todos os eventos da Semana Nacional da Pessoa Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla.  

• A deficiência múltipla é a ocorrência de duas ou mais deficiências simultaneamente, sejam intelectuais, físicas, distúrbios neurológicos, emocionais, linguagem e desenvolvimento educacional, vocacional, social e emocional, dificultando sua autossuficiência.


• As deficiências múltiplas atrasam o desenvolvimento global da criança, dificultando sua aprendizagem e autonomia.


• Diante desse quadro, a pessoa pode já nascer ou adquirir baixa visão e deficiência física ou intelectual, cegueira e distúrbios neurológicos, surdez e mobilidade física, entre outros, de níveis que vão de leve a severo.


• A deficiência múltipla não é o somatório dessas características.


• De acordo com a Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação (MEC), o que define deficiência múltipla é o nível de desenvolvimento, as possibilidades funcionais, de comunicação, interação social e de aprendizagem que determinam as necessidades educacionais dessas pessoas.


• Um exemplo são as pessoas que têm deficiência mental e física.


• Em termos numéricos, a presença desse tipo de deficiência na população, é menor.
Obs: No Brasil, segundo dados do IBGE, cerca de 14% da população total são pessoas com deficiência.

TIPOS DE MÚLTIPLA DEFICIÊNCIA

De acordo com alguns autores, a deficiência múltipla pode ser separada pelas seguintes dimensões:


1 Física e psíquica:

• Associa a deficiência física à deficiência intelectual;

• Associa a deficiência física à transtornos mentais.

2 Sensorial e psíquica:


• Engloba a deficiência auditiva associada à deficiência intelectual;

• A deficiência visual à deficiência intelectual;

• A deficiência auditiva à transtornos mentais;

• Perda visual à transtorno mental.

3 Sensorial e física:

• Associa a deficiência auditiva à deficiência física;

• A deficiência visual à deficiência física.

4Física, psíquica e sensorial:

• Traz a deficiência física associada à deficiência visual e à deficiência intelectual;

• A deficiência física associada à deficiência auditiva e à deficiência intelectual;

• A deficiência física associada à deficiência auditiva e à deficiência visual.

CARACTERÍSTICAS GERAIS

• As características da deficiência dependem do nível de desenvolvimento e de alteração de cada ordem e a necessidade especial condizente de cada pessoa.

• Algumas características gerais apresentadas são: dificuldade na abstração das rotinas diárias, nos gestos ou na comunicação; dificuldades no reconhecimento de pessoas do seu cotidiano; movimentos corporais involuntários; respostas mínimas a estímulos causados por barulhos, toques, entre outros.

• Dependendo da alteração e desenvolvimento de cada ordem, a pessoa (criança, jovem ou adulto) acometida por esta deficiência poderá frequentar uma escola regular, desde que sua necessidade seja respeitada.

• As crianças com múltiplas deficiências, de maneira geral, aprendem mais lentamente e tendem a esquecer o que não praticam.

• Além disso, possuem dificuldades em generalizar habilidades aprendidas separadamente.

• Elas precisam de instruções organizadas e sistematizadas, e também necessitam de ter alguém que possa mediar seu contato com o meio que o rodeia.

CAUSAS
• As causas no pré-natal podem ser: eritroblastose fetal (incompatibilidade de RH), microcefalia, citomegalovírus, herpes, sífilis, AIDS, toxoplasmose, drogas, álcool, rubéola congênita, e síndromes, como Charge, Lennox-Gastaut, etc.

• O período perinatal corresponde ao momento do nascimento ou imediatamente após.

• Entre as causas perinatais: prematuridade, falta de oxigênio, medicação ototóxica (podem danificar a audição), icterícia.

• As causas pós-natais podem ser: efeitos colaterais de tratamentos (ex: oxigenoterapia, antibioticoterapia), acidentes, sarampo, caxumba, meningite, etc. Pode ser também acrescentadas situações ambientais causadoras de múltipla deficiência, como acidentes e traumatismos cranianos, intoxicação química, irradiações, tumores, entre outros.

PREVENÇÃO
Veja o que é possível fazer para prevenir a ocorrência de deficiências:
Antes de engravidar:

• Vacinar-se contra a rubéola (pode afetar o bebê em formação);

• Procurar serviço de aconselhamento genético (principalmente quando houver casos de deficiência ou casamentos consanguíneos na família);

• Fazer exames para detectar doenças, verificar tipo sanguíneo e fator RH.

Durante a gravidez:

• Consultar um médico obstetra mensalmente;

• Fazer exames de controle;

• Somente tomar medicamentos prescritos pelo médico;

• Fazer controle de diabetes, pressão alta e infecções;

• Evitar cigarro e bebidas alcoólicas;

Depois do nascimento:

• Exigir que sejam feitos testes preventivos no bebê e ter cuidados adequados ao bebê, proporcionando amparo afetivo e ambiente propício para seu desenvolvimento.

A prevenção da deficiência múltipla se divide em três grupos:
Primária:


• Se associa a programas de combate às doenças (ex: vacinações), a acidentes, ao uso de drogas e álcool, como também a prevenção de uso de medicamentos inadequados durante a gestação.

Secundária:
• Se refere a ações que revertem os efeitos e a duração das deficiências, como dietas a crianças que nascem com fenilcetonúria e outras enfermidades, além de tratamentos de saúde e uso de medicamentos apenas quando prescritos por um médico.

Terciária:
• Ocorre por meio de ações que limitam as consequências das deficiências já adquiridas e melhoram o nível de funcionamento da pessoa.

 

No dia 12 de agosto foi realizado no CRE (Clube Recreativo Encruzilhadense) mais um evento em benefício da APAE um baile com Robson Carlos, cover do cantor Roberto Carlos.

A comunidade local, colaboradores, amigos da associação e alunos da Escola de Educação Especial “O Girassol” assistiram a apresentação que durou aproximadamente duas horas.

Durante o show, Robson Carlos cantou com muito carisma os maiores sucessos do Rei e ao final entregou as tão esperadas rosas a plateia.

A família da APAE agradece todas as pessoas que ajudaram diretamente e indiretamente para que a realização desse evento fosse possível. Vale lembrar também que todo recurso arrecadado com o show será investido na obra da nova sede da APAE e manutenção da entidade.

A APAE de Cruzília se preocupa com alimentação dos alunos da Escola de Educação Especial “O Girassol”, por isso busca oferecer diariamente refeições balanceadas, ricas em vitamina para os estudantes,

Os estudantes que frequentam a instituição no período da manhã chegam e tomam um café, com pão, bolacha e achocolatado e depois almoçam. Os que estudam a tarde chegam, almoçam e antes de retornarem para suas casas fazem um lanche.

Cada dia da semana é servido um prato no almoço, A refeição é rica e diversificada. Faz parte do cardápio, arroz, feijão, verduras, legumes, carnes e uma vez na semana é servido um  lanche, como cachorro quente e pão com carne moída.

Vale lembrar que o cardápio que é seguido pela APAE foi montado por um nutricionista.

Outro fator que merece destaque é que todos os alimentos são devidamente higienizados antes do preparo pela Maria Helena, cozinheira da associação. 

A Dislexia do desenvolvimento é considerada um transtorno específico de aprendizagem de origem neurobiológica, caracterizada por dificuldade no reconhecimento preciso e/ou fluente da palavra, na habilidade de decodificação e em soletração. Essas dificuldades normalmente resultam de um déficit no componente fonológico da linguagem e são inesperadas em relação à idade e outras habilidades cognitivas. (Definição adotada pela IDA – International Dyslexia Association, em 2002.

Essa também é a definição usada pelo National Institute of Child Health and Human Development – NICHD).

 Possíveis Sinais

Alguns sinais na Pré-escola

Dispersão;

Fraco desenvolvimento da atenção;

Atraso do desenvolvimento da fala e da linguagem

Dificuldade de aprender rimas e canções;

Fraco desenvolvimento da coordenação motora;

Dificuldade com quebra-cabeças;

Falta de interesse por livros impressos.

 

Alguns sinais na Idade Escolar

Dificuldade na aquisição e automação da leitura e da escrita;

Pobre conhecimento de rima (sons iguais no final das palavras) e alteração (sons iguais no início das palavras);

Desatenção e dispersão;

Dificuldade em copiar de livros e da lousa;

Dificuldade na coordenação motora fina (letras, desenhos, pinturas etc.) e/ou grossa (ginástica, dança etc.);

Desorganização geral, constantes atrasos na entrega de trabalho escolares e perda de seus pertences;

Confusão para nomear entre esquerda e direita;

Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas etc.;

Vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou longas e vagas;

Próximo passo: diagnóstico

Com informações: Associação Brasileira de Dislexia

 

 

Nem sempre as crianças se desenvolvem plenamente ou da forma esperada pelos pais. Algumas limitações podem se manifestar logo ao nascer, outras vão sendo identificadas aos poucos. 

A deficiência visual, por exemplo, pode dar indícios quando o bebê não fixa os olhos em nada nem ninguém, parece alheio ao que acontece a sua volta ou demora a se movimentar sozinho pela casa. Já os bebês com deficiência auditiva tendem a continuar dormindo mesmo com barulho, e a não responder quando chamados, além de não falar muito. 

Diagnosticada a doença, é fundamental buscar informações corretas para ajudar a criança a se desenvolver da forma mais independente possível. 

No Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 45.606.048 brasileiros, 23,9% da população total, têm algum tipo de deficiência – visual, auditiva, motora e mental ou intelectual. A prevalência da deficiência variou de acordo com a natureza delas. A deficiência visual apresentou a maior ocorrência, afetando 18,6% da população brasileira. Em segundo lugar está a deficiência motora, ocorrendo em 7% da população, seguida da deficiência auditiva, em 5,10% e da deficiência mental ou intelectual, em 1,40%.

As deficiências podem ter origem genética, surgir no período de gestação, em decorrência do parto ou nos primeiros dias de vida do bebê. Podem ainda ser consequência de doenças transmissíveis ou crônicas, perturbações psiquiátricas, desnutrição, abusos de drogas, traumas e lesões. 

 

Algumas medidas preventivas podem evitar muitos casos. Os exames pré-natais e pós-natais, como os testes da orelhinha e do pezinho, servem para verificar se alguma doença genética se manifestou. 

 

Os exames e um bom atendimento pediátrico nas primeiras horas de vida extrauterina são muito importantes. Durante e após o parto também podem surgir infecções que resultam em meningite e lesão do sistema nervoso central. 

 

Além das deficiências identificadas na gestação, há também as causadas por acidentes. A imprudência no trânsito, por exemplo, é a principal responsável por mutilar e provocar lesões em milhares de pessoas todos os anos. Segundo o Denatran, mais de 501 mil brasileiros são vítimas não fatais de acidentes em ruas e estradas todos os anos, muitos deles ficando com lesões permanentes.